Você cuida das suas palavras?


Você sabia que frases negativas acertam em cheio a autoestima dos seus filhos, a memória afetiva e o desenvolvimento emocional das crianças? Pois é. Claro que nós, pais, não agimos assim de propósito. De fato, a ficha só cai, quando percebemos que falamos alguma coisa que não foi positiva para os nossos filhos.


Quem nunca disse algo e, depois, se arrependeu? Na hora da raiva ou do nervosismo, parece que as palavras ganham vida própria e saem da nossa boca sem controle. E não é só O QUE a gente diz. Envolve, também, COMO a gente diz. A forma, o tom e o volume que a gente usa pra falar com as crianças. Por isso, minha gente: cuidado com o que é dito! Isso mesmo! Palavras, frases, expressões ou até mesmo apelidos podem ser nocivos à criança, gerando impactos profundos e difíceis de lidar, principalmente, se são ditos repetidamente. Vale ressaltar que uma palavra pode, ao mesmo tempo, fortalecer ou enfraquecer a autoestima do seu filho. É muito comum o estresse diário fazer com que os pais percam o controle e a paciência, deixando escapar tais frases. Por isso meus queridos, vale super a pena a gente ter cuidado em gerir e expressar nossas emoções. Pais emocionalmente seguros têm melhores condições de lidar com questões do dia a dia e, assim, conduzir de forma eficiente os momentos de estresse com seus filhos. Sempre gosto de lembrar que as crianças constroem a base da pirâmide da personalidade entre os 7 e os 10 anos, portanto, esse período é crucial para o desenvolvimento da inteligência emocional delas. A forma como nos comunicamos pode gerar maior ou menor conexão com nossos filhos. Recomendo que você, pai, mãe, avó, professor, cuidador estejam atentos e evitem usar expressões do tipo: "Você não entende nada! Não se esforça pra aprender. Tô jogando dinheiro no lixo pagando escola cara pra você." ou "Deixe de chorar por qualquer coisa. Não há motivos pra choro. Parece bebezinho que chora à toa!" ou "Você é bagunceiro, não sabe se comportar. Tenho vergonha de sair com você!"

Vamos combinar que ninguém gosta de ouvir esse tipo de coisa, né? Que tal trocar tudo isso por frases positivas, como por exemplo? "Você está precisando de apoio pra entender a matéria? Quer alguma ajuda?" Ou então: "Estou vendo que você está chorando. Quer me contar o motivo?" Ou ainda: "Você pode guardar seus brinquedos? Eu sei que você consegue me ajudar. Trabalhei muito e tô bem cansada."

Já falei em outros artigos que não existe fórmula pronta e perfeita para educar os filhos. E esses são só alguns exemplos de como existem diversas maneiras de você se comunicar com seus filhos, sendo assertivo, empático e afetivo.


Pais são seres humanos acertam e erram. Por isso, vale a pena se aprimorar. Com meu trabalho, eu posso ajudar você e a seus filhos a lidarem emoções e comportamentos, que tornem as relações mais leves com ganho de qualidade de vida.


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Sempre digo que não escolhemos a forma como fomos educados, mas podemos decidir como vamos educar nossos filhos. E você, qual será a sua escolha?


Um abraço e até o próximo artigo!



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